O Vaqueiro
O vaqueiro à moda antiga, o moderno e o nordestino: três manequins bem fardados em exposição. Como sempre, para quem está com pressa basta uma olhada. O curioso e o pesquisador podem encontrar, no corrimão, as informações essenciais sobre esta a profissão, a sua transformação ao longo dos anos, uma história feita de conquistas e derrotas.
A Fazenda: Uma maquete caprichada apresenta as exclusividades da fazenda marajoara, como caiçara, maromba - nem falta a palhoça do posseiro. Sempre com comentário, para quem interessar possa.
O glossário do vaqueiro: muitas palavras, que já sumiram da conversa da fazenda, estão congeladas no nosso glossário. Vale a pena dar um passeio com as tabuinhas que batem na cara da gente, talvez para dizer: O passado não pode, não deve morrer!
Marajó ontem e hoje: Para não esquecer o passado é bom compará-lo com o presente, também para matar saudades ou agradecer a Deus pela mudança.
Aqui está um painel gigante onde estão misturados objetos antigos e modernos, sempre em dupla, que o visitante vai pesquisando, para ver qual é o parente antigo da bacia de plástico, do espanador, da lanterna de pilha. A pasta de dentes Sorriso, com certeza, não existia: será que os nossos velhos não escovavam os dentes? Mas como! E as crianças? Claro que sim, com a bonequinha!
Objetos que, em termos financeiros, não valem absolutamente nada, não passam de sucata são, todavia, o registro da nossa história. O visitante olha para cá, olha para lá, confere os números, depois no painel paralelo descobre a descrição.
Hoje a bacia de plástico, ontem o croata; hoje o espanador, ontem a espiga de milho; hoje a lanterna de pilha, ontem o olho-de-boi.....
Quem se lembra do glorioso capitão?
Giovanni Gallo
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