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28/09/2009 - Agora, como diria Guimarães Rosa, Nazareno Silva encantou-se... Virou estrela nas noites eternas da nossa terra paraense. O projeto que ele cuidou com tanto carinho para as crianças marajoaras, não pode parar! Doravante deve ser o PROJETO NAZO SILVA. Viva Nazo, companheiro das estrelas do céu da memória no panteão popular junto ao Gallo, Dalcídio, João Viana e tantos outros seres encantados amazônicos. até por lá, parceiro, algum dia... Zé

27/08/2009 - 27 DE AGOSTO, DIA DA PAZ MARAJOARA: 350 ANOS DO ACORDO DO RIO MAPUÁ (1659) Clareando a primeira manhã na refazenda marajoara Os “nheengaíbas” eram povos nuaruaques do arquipélago do Marajó, falavam diversas línguas de tronco Aruak (a “língua ruim”, por oposição ao nheengatu). Não se trata aqui de festejar um evento acadêmico, mas empreender um bosquejo a procura do elo perdido entre o índio e o caboco marajoara. Este último, finalmente, reconhecido em seus direitos de cidadão brasileiro, explicitamente, no parágrafo 2º, VI, art. 13, da Constituição do Estado do Pará (1989), que diz: “O arquipélago do Marajó é considerado área de proteção ambiental do Pará, devendo o Estado levar em consideração a vocação econômica da região, ao tomar decisões com vista ao seu desenvolvimento e melhoria das condições de vida da gente marajoara”.

10/06/2009 - O MARAJÓ QUE A GENTE TEM: O MARAJÓ QUE A GENTE QUER - Marajó (Amazônia) 2020 - A Amazônia Sustentável tem nas mil e tantas ilhas do arquipélago do Marajó – território do tamanho de Portugal, geralmente reduzido a uma “ilha” onde vive pobremente população ribeirinha equivalente a de um pais como o Suriname, por exemplo – na foz do maior rio do planeta; a sua mais dura e difícil prova vestibular. Este teste de resiliência marajoara, crucial para a soberania do Brasil na região do estuário amazônico face ao Mar Territorial e plataforma continental do Atlântico equatorial, consiste em vencer a ditadura da água, descobrir a mais valia das florestas de maré e campos naturais para o homem que neles vive e a biosfera planetária; e implantar cidadania plena no antigo reino da cobra grande no fim da estória da Primeira Noite do Mundo. Sobretudo, recuperar para o patrimônio histórico e artístico nacional a Cultura Marajoara, a primeira cultura complexa da Amazônia, certidão de nascimento talvez do Povo Brasileiro autóctone, contando 1500 anos de idade. Um país que não sabe o que fazer com riqueza como está reprovado no exame de admissão ao primeiro time da liga das nações.

09/06/2009 - SOURE FEZ A FESTA DA COBRA - “Quando eu vejo as pessoas passarem por aqui e perguntarem pela cobra, quando eu vejo os meus velhos amigos lá na festa, eu me emociono, eu me sinto emocionada com esta festa que realizamos todos os anos, a maioria das vezes apenas com a nossa própria força de vontade e com o apoio da comunidade”, diz a professora aposentada Marilza Vasconcelos, criadora e coordenadora da Festa da Cobra, cortejo que reuniu centenas de pessoas nas ruas de Soure, Marajó, e que neste sábado, 6 de junho, completou 16 anos. A Festa da Cobra pode ser definida como uma festa dionisíaca e com os tradicionais símbolos míticos e eróticos da cultura marajoara. Enquanto o cortejo segue, centenas de pessoas vão a ele se agregando, correndo de rua em rua, travessa em travessa, passagem em passagem. Percebe-se a adesão em massa da comunidade. Famílias inteiras nas portas das suas casas, senhores e senhoras, casais, com filhos ainda de colo e mais outros, meninos e meninas, curumins, e jovens, a saldar – por assim dizer - esta profana procissão, que, no lugar de um santo, transporta uma cobra, como se esta fosse um mastro, típico elemento (fálico) das festas tradicionais interioranas que se espraiam seja pelo Marajó, pela Amazônia e mesmo pelos rincões desconhecidos deste país. E assim uma transgressão se vai desenhando pelas ruas, uma euforia consciente, que corta a cidade, mas que não a reparte, juntando-a neste nirvana através do qual todos se sublimam. A cobra, carregada por quem a este ato se arriscar, parece que tem vida própria, avançando ora de forma veloz, ora lentamente, algumas vezes se enroscando, engolindo a própria cauda, gerando cenas hilárias, com pessoas a pisar e mesmo a cair nas lamas que se formam com as constantes chuvas que desabam sobre o Marajó.

02/06/2009 - C O N V I T E - No próximo dia 17 de junho de 2009, estaremos realizando o grande encontro dos alunos da Escola de Musica “Pe. Giovanni Gallo”, Museu do Marajó, mostraremos a comunidade de Cachoeira do Arari, os pólos de musicas, que já estão em pleno funcionamento, na zona rural, alunos de todos os pólos, estarão reunidos para uma interação de reconhecimento e musicalidade. Pra mostrar tbm a importância do TDH, e o resultado construídos até agora, uma prestação de contas para a sociedade local, dos instrumentos, livros, carro da leitura etc... adquiridos com ajuda do TDH, aumentamos o números de alunos, e estamos chegando em comunidades, carentes de cultura, é a musica do nosso projeto “ Musica no Museu, Um Caminho para as crianças do Marajó” elevando a esperança, cidadania e formação de novos profissionais na área musical, com ajuda de nossos parceiros, como a prefeitura local, estamos empregando jovens da nossa Banda “João Viana” que estão ministrando aulas de musicalização e pratica de banda, nos referidos pólos. Você é o nosso convidado especial, esperamos contar com a sua presença, na Ilha do Marajó, Cachoeira do Arari. Encontro dos pólos de musica Pe Giovanni Gallo Dia 17 de junho de 2009 A partir das 19:00 horas Praça da Independência

 


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